Carne de camelo

domingo, 21 de março de 2010


Nãããããããããoooooooooooooooo!
E o pior é que tirei essa foto no mercadinho aqui embaixo do meu prédio.
Já não basta que os coitados têm que trabalhar a vida inteira de cargueiro, ainda matam o bichinho pra comer???

Eu não sei como alguém tem coragem de comer uma coisinha tão fofinha como essa...

Sri Lanka - Colombo

sexta-feira, 19 de março de 2010

E lá eu fui ao Sri Lanka. Troquei meu Manila, Filipinas, por uma experiência diferente, parte do meu plano de ir ao maior número de lugares antes que eu dê bye, bye pra esse emprego, já que já fui a Manila. Voo relativamente fácil, srilankans são humildes e simpáticos. Mas eu já sabia que chegando em Colombo a questão seria um pouco diferente e que como muitos dos países da Asia, os srilankans são mestres na arte de tentar tirar todo o seu dinheiro. Já estava preparada.

Por conta disso, ninguém do crew quis sair pela cidade, só a doida aqui. Comecei a andar perto do hotel em busca de um tal de mercado nas proximidades. Claro que as poucas pessoas na rua olhavam pra mim como pensando "que ela está fazendo aqui?". Nem ligo e sigo andando. DE repente um cara começa a me fazer perguntas e eu ignorando e só dizendo pra ele sair da minha frente. Outro cara para e mostra uma identificação do Ministério de Turismo do Sri Lanka. Ele me disse para não seguir ninguém. Hellooooo, o outro cara que estava me seguindo! E disse que se eu queria ir ao mercado pra pegar um riquixá (aquelas motocas modificadas que parecem um mini-carro). Ele parou um e disse pro cara me levar ao mercado por 20 rúpias, que é quase nada.

Lá foi o cara me levar ao mercado mas como quase toda cidade da Ásia, esse baixo preço é um esquema. Eles sempre querem te levar a uma loja de jóias onde eles ganham vale-combustível e uma comissão por cada coisa que você comprar. Já avisei que não tinha dinheiro pra jóias e que ele podia ir tirando o elefante dele da chuva. Ele começa a falar, falar, sem para em algo que ele pensa que é inglês mas logo dá pra ver que é uma estratégia pra te deixar atordoada e você dizer algo do tipo "ah, whatever, me leva então nessa loja". Mas a pessoa aqui não viaja desde ontem né... Bati o pé e falei que não ia que se fosse o caso ele me levasse de volta pro hotel mas na loja eu não ia entrar. Ele enfim viu que não ai conseguir o que queria e disse que ok. Só então ofereci a ele pagar uma quantia pra que ele me mostrasse um pouco da cidade, como um guia turístico. Ele aceitou, e aqui está um pouco da Colombo que eu conheci.







Aí o motorista do riquixá resolveu me levar a um templo budista. Já falei que a onda na Ásia inteira é visitar templo budista. Mas sempre um diferente do outro. Adoro!






E não é que no templo tinha um elefante? Aliás, devo dizer que os elefantes são parte fundamental da econômia do Sri Lanka. Não com a caça mas com a exploração turística dos animais. O que continua sendo exploração... Fico triste vendo um animal como esse acorrentado. Mas devo dizer que ter a oportunidade de chegar perto de um animal desse tamanho e toca-lo é incrível. Prefiro acreditar que justamente por estar em um templo, esse animal seja bem cuidado, apesar de saber que esse não é o lugar certo pra ele.


Lindo!


Dando pão pro elefante. Assim como eu ele também é chegando em um carboidrato. Olha o resultado: em nós dois!


Dando mais um rolê pela city

Cinnamon Hotel

Vivendo no sub-continente asiático

terça-feira, 16 de março de 2010

É assim que estou me sentindo. Cheguei do Sri Lanka e mal deu tempo de respirar em Dubai e já me mandaram pra um bate-volta em Calicut, na Índia, e hoje a noite mesmo já volto pra Índia novamente, dessa vez passando um dia em Calcutá. Que Madre Teresa, seja lá onde esteja, me proteja, porque a experiência no meu Calicut ontem foi memorável. Pela primeira vez eu tive que gritar com pessoas a bordo. Aquele avião parecia uma selva, te juro!

Deus realmente está provando a minha paciência e tentando me fazer uma pessoa mais calma. Mas vou te dizer em Senhor, pega leve!

Thailândia - Bangkok com o chinês

quarta-feira, 10 de março de 2010

Visitando as pagodas de Wat Po



Como avisei antes, chinês veio passar férias aqui comigo em Dubai e em uma tarde resolvemos em menos de uma hora que iríamos pra Bangkok. Assim mesmo, tipo no sofá "bem que poderíamos ir pra algum lugar já que estamos tão longe de casa já". E Bangkok, especialmente a área ali do Silom, onde fica o nosso hotel já é meu quintal. Além do que, já sei (nem sempre) lidar com a malandragem dos thailandeses querendo sugar o rico dinheirinho de nós turistas e tudo lá é de preço bem acessível. Chinês comprou as passagens, reservei hotel e fumembora.

Planejar viagem com tipo, dois dias de antecedência não é a melhor das opções, o que nos deixou a opção de ir com a Gulf Air, do Bahrein. Servicinho honesto, que só faz eu querer morrer de ódio com os filhadaputas que eu carrego. Nas outras empresas eles não recebem nada e não reclamam, aqui se a toalha quente está quente é motivo pra reclamar. Enfim... Cheia de rancor fui pra Bangkok.

Chegando no aeroporto tive que ser lembrada que tenho passaporte brasileiro e que por isso mereço sofrer, enquanto o chinês de passaporte americano tem tudo mais fácil. Depois de meia hora na fila de imigração descobri que teria que voltar e preeencher uma declaração de saúde. Não adiantou explicar que nem no Brasil eu vivo mais. Teria que passar por mais meia hora de fila enquanto o chinês já tava lá do outro lado. Achei um oficial lá de papinho com os culégas e comecei a chorar e expliquei que meu "marido" já tava lá do outro lado e que eu ia ficar naquela fila imensa outra vez. Ele se sensibilizou, disse que não precisava chorar e me passou em um guichê especial. Agradeci e cruzei o portão com um sorrizinho cínico. Como diria minha amiga Juliana: "Priscila, você é terrível".

Depois disso só nos restou Bangkok. O chinês pirou, primeira vez de volta a Asia em 30 anos. Comiamos Thai food todo dia, nos lugares mais pé-sujo que possa imaginar mas que tinham o que há de mais tradicional. Andamos pelo Pat Pong, famosa feira que entre Guccis e Chanels falsificadas tem um dezenas de puteiros de lado a lado, sempre com alguém oferecendo show de "ping-pong", onde as mulheres atiram bolas de ping-pong, dardos e tiram todo tipo de coisa de dentro da perseguida. Fui em um uma vez com o crew e me desapontei, putas velhas, povo malandro e terminamos sendo expulsas pq não quisemos pagar o preço abusivo e fora do acordado.

Tomei Singha, cerveja thailandesa, até não poder mais. Também tomei overdose de Ice Thai Tea que é doce que só mas é tudo que há de mais refrescante. Andamos de "tuc-tuc", ou mais conhecidos como "riquixás", aquelas motos modificadas que se transformam em um pequeno carro para até dois passageiros mas que os thailandeses carregam a vida naquelas motoquinhas. Um dia pegamos um e o chinês perguntou quanto tempo demorava pra chegar até o hotel. O motorista dot "tuc-tuc" falou que só cinco minutos. Pensei, há, conheço Bangkok o suficiente pra saber que estamos bem mais longe que isso. Quando esse rapaz acelerou esse "tuc-tuc" eu vi mihna vida passar como em um filme. Pensei que era daquele jeito que minha vida ia terminar, num acidente de "tuc-tuc" em Bangkok, uma morte bem pão com ovo viu... E ele acelerando com aquela imitação de Havaianas... Fechei o olho. Não posso dizer que chegamos ao hotel em cinco minutos, mas mais que sete minutos não foi.

Como não era nem a minha primeira ou segunda vez em Bangkok, sai de lá com a missão cumprida de deixar o chinês feliz com a minha escolha de férias e com vontade de voltar. Ele ficou impressionado com a alegria e educação do povo, com a comida e cultura de respeito ao próximo. Quem sabe ele tira um pouco da cabeça essa obsessão pelo Brasil. Não duvido se um dia ele também não aprende Thai, assim como ele aprendeu português, e inventa de querer se aposentar na Thailandia. Vai sozinho!

Sawadee-ka!





Chinês pirando na loucura que é Pat Pong



Ele e o Sleeping Buddha. Mesmo porque ele é budista e eles se entendem...
Chinês pagando de gatinho no MBK, centro de compras popular, paraíso de toda mulher econômica aqui na Terra.

Em algum mercado de flores que não faço a menor idéia de como fomos parar, já que meu lema em viagens é "let's get lost"




Quase perdendo a vida em um dos muitos "tuc-tucs" que pegamos.

Zica

segunda-feira, 8 de março de 2010

Pois é, parece que logo depois das minhas férias com o chinês e nossa viagem pra Thailândia, o avião ainda nem tinha pousado no Oriente Médio e a onda de má sorte já começou a bater. Pra começar, vim de Bangkok colocando os bofes pra fora no avião até chegar no Bahrein, naquele aeroportozinho pão com ovo, nossa escala antes de Dubai. Como uma cidade que tem uma das corridas de Fórmula 1 tem um aeroporto daqueles? Enfim...

Cheguei em Dubai com um dia só pra descansar como no outro dia estaria de reserva e o chinês ainda estaria em Dubai. Não adiantou rezar: me mandaram direto pra Australia e Nova Zelândia em uma viagem de 5 dias. Carai! Acordei cedo, coloquei meu uniforminho e fui esperar o ônibus. O chinês ficou todo feliz em me ver ir trabalhar. Talvez por vingança porque quando estou nos Eua é sempre ele acordando cedo pra garantir o leite das criançinhas e eu dormindo até o meio-dia. Mas ele jura que era pra me ver de uniforme.

Já no segunda parte da viagem comecei a sentir dores de cabeça, garganta doendo, nariz escorrendo. Foi tempo de pousar em Dubai, dormir e acordar bixada. E isso já são cinco dias, já liguei sick 3 dias e meu gerente deve estar me amando. mas eu estou sobrevivendo.

Agradecimento especial a minha flatmate doente, a Andressa, que está com pedras nos rims e há quase dois meses sem voar (segundo as más linguas, ela anda comendo pedra só pra não trabalhar) e que por isso está sempre em casa pra cozinhar e cuidar de mim.

Se no Brasil eu estivesse, minha vó Naná já tinha me mandado tomar banho com alcool, sal grosso e as ervas do quintal dela que era pra tirar tudo de ruim.

5 dias em Dubai - Maravilhoso!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Vídeo maravilhoso, assista. Filmaram os céus de Dubai e o movimento da cidade por 5 dias e noites. Imperdível!

Sky from Philip Bloom on Vimeo.

Bangkok com o chinês

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Decidimos de última hora e estamos indo para Bangkok, graças as low fares da Gulf Air, porque ir de Emirates não dá e nunca tem vaga. Como ele sempre me diz, qual é a vantagem de trabalhar com companhia aérea se você ainda continua voando de full fare?

Mais uma hora...

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

... pro chinês pousar em Dubai!

Yay! x)

Bob e eu

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010



Andressa ganhou de Velentine's Day o Bob, mais novo morador do nosso apêrtamento!

Feliz Valentine's Day e Ano Novo Chinês

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Acordei com a campainha da casa tocando. Estava dormindo, nem pensei em levantar. Por mim poderia morrer na porta. Mas aí a pessoa foi insistente. Era um entregador de flores. Logo pensei que era pra Andressa de um dos milhares de habibis fans que ela tem. Mas não, era pra mim, o chinês deu um jeito de me entregarem flores hoje.
x)

Coincidentemente este ano o Ano Novo Chinês caiu no mesmo dia do Valentine's Day e eu infelizmente perdi a festa da minha futura família chinesa. Eles se reunem pra comer, fazer as orações e comemorarem juntos.

Agora todo ano temos dois dias dos namorados e dois dias pra comemorar o Ano Novo.

Desejo um Feliz Valentine's Day pra todos que tenham um amor como o meu, e quem não tem não chora não que vida de solteiro também é bom pra caramba.

Vou passar hoje longe do meu babe, mas daqui 3 dias ele aterrisa em Dubai ;)

Osaka & Kyoto - Japão

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Em janeiro fui ao Japão duas vezes. Osaka. Só mesmo porque o dinheiro é bom e eu preciso. Lá tudo é bonitinho, perfeitinho e chato pra caraaaaai. Não preciso dizer que dava o meu dedo mindinho pra estar na China, né. Mas Pequim tava passando por umas ondas de frio de -12C da qual nao estava muito interessada em participar.


Quem pensa no japao como uma nacao de gente ultra civilizada deve olhar duas vezes e ver que a coisa chega a ser meio neurose. Tudo precisa ser na linha, juro que andando na rua tinha toda a hora a impressão de que estava fazendo alguma coisa errada, só por estar andando. É tudo tão restrito, tão fechado. Aí a única forma de liberar o corpo é por meio de uma contra-cultura onde meninas em uniformes de colegial são vistas como a coisa mais sexy que se pode ter e a famosa moda dos jovens de Tokyo que deixam qualquer clubber paulista metido a moderninho no chinelo. Enfim... não vou entrar nesse mérito mais do que isso.


Pra começar essa neura já me deixou puta desde o avião onde os seniors eram todos da turma do chopstick e queriam que nós ocidentais ficassem fazendo origami nos papeis higiênicos. Origamis que eles dizem é aquela pontinha em forma de lança que se vê nos hoteis. Eles queriam que toda hora checassemos os banheiro e fizessemos origamis. Origami de papel higienico, meu c*. Você jura que eu fiz né? Segundo eles na cultura japonesa se não se vê um origami no papel é porque ninguém checou o banheiro. Quer origami de papel higiênico, vai voar JAL (Japan Airlines).

Tentei fazer alguma coisa das minhas visitas. Fui até Kyoto, 40 minutos de trem. Não muito pra se ver além e templos. Não tem vuco-vuco na rua. Até quando enche de gente é organizado. Não tem surpresa. Então eu toda inocente quis ir ao shopping em Osaka. Ja deu uma olhada em quanto vale o yen? E quanto vale o Dihram? Pobre de mim. Tudo é tão caro! Mas tipo assim, muuuuito caro. Não me supreende que os descendentes de japoneses todos vão trabalhar pra lá. A diferença de moeda é muito grande.

Eu vou me enfiando nas ruas e o caminho de volta so Deus sabe. E todo lugar tem um auto-falante apurrinhando. Alguma mensagem em japones ofertando ou sei la o que. Toda loja que você vai eles ficam te descrevendo cada produto que voce esta comprando mesmo sabendo que você nao entende uma linha do que eles estão falando. Irrita. Já penso que estão me xingando.

O semáforo quando abre dá até medo. É um mar de gente. Se você tem criança, agarra duro na mão dela que das duas uma: ou você perde e nunca mais acha, ou alguém atropela. Eu mesma trombei numa pobre garotinha que até arregalou o olho puxado. Depois disso eu nao conseguia mais para de rir.

E o que são aquelas perninhas tortas minha gente. Toda menina anda com os pés para dentro. Se filhas de minha mãe ela fossem, usariam uma horrorosa bota ortopêdica a infancia inteira assim como eu fiz, mas teriam as pernas no lugar. Depois perguntei pra uma menina japonesa do crew e ela disse que elas andam assim de propósito. Primeiro que para parecer bonita tem que parecer menina, mesmo que já tenha mais de 30 anos na cara e continua usando meia 3/4(lembra a história das colegiais?), segundo que elas usam saltos altíssimos mesmo que vão andar o dia inteiro, muito mais preocupadas em parecerem bonitas do que em sentirem dor.

Agora um ponto eu tenho que dizer que não há lugar melhor no mundo do que o Japão quando o assunto é comer. Aquele arroz, o peixe, sushis e sashimis. Eu quero aquilo pra minha vida inteira!!! Comi mais que em qualquer lugar do mundo. Minha experi6encia gastronômica só caiu no desapontamento quando, na hora do almoço fui procurar algum lugar pra comer. Já falei que ninguém fala inglês e meu japonês se resume a arigatô, sayonara e a contar ate tres. Resultado, fudeu! Achei um buffet por 1048 yens e achei que tinha achado o El Dorado. Sabia que era bom demais pra ser verdade. Depois de uma difícil comunicação quase chegando à linguagem de sinais, a surpresa: voce tem 17 minutos pra comer! COMO ASSIM, PESSOA?

Templo em Kyoto



Casas que parecem de bonecas




Tiazinha esperando o busão

Ligando pra casa (a cobrar)




Mercadinho com marcadores de preço eletrônicos. Muito fino!


Uma entrada de casa qualquer


Será que a viela é limpa?

Algum doce quente que não compro por medo de ser recheado com feijão doce, odeio!
P.S.: Só arrependo de não ter tirado foto do vaso sanitário do hotel. Os famosos sanitários eletrônicos que jogam jatinho de água quente! huahuahauhaa

Passageiros, tremei!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Passei nos meus testes e renovei minha licença para mais um ano nos ares. Não que eu queira mas só para informa-los, o pesadelo ainda não acabou! É Priscila voando em 2010!!!

Simulador foi tenso, algumas pessoas tiveram que repetir a prova e eu fui elogiada pelo piloto que estava participando da minha avaliação como uma boa comunicadora em momentos de emergência. Falar é comigo mesmo!

Mas o que me deixava indignada era o fato de enquanto eu estava lá me matando pra passar nos testes, lá fora estava um dia lindo de céu azul (não muito comum em Dubai) e a sacada do nosso Tranning College tem uma das vistas mais bonitas de Dubai, pelo menos na minha opinião. Queria me jogar lá de cima e ir aproveitar o dia na rua.

Desespero de estudante

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Um ano se passou desde que cheguei a Dubai, inventei de ser aeromoça e ficar rodando o mundo. Pensa que isso é motivo pra comemorar? Não, isso só significa que eu preciso passar pela prova pra renovar minha licensa de voo. Estudar um livro vermelho gigante, fazer provas escritas, simular ressuscitação em um boneco e situações de emergência em um simulador. Tudo em dois dias de muito estresse.

ME-DA!


YUUUUUPYDATE!
Passei no primeiro dia galera. Dei um chute na bunda daquela porcaria chamada Airbus e passei com glória no meu querinho chamado Boeing! CPR eu comandei, a mulher pensou que eu tinha feito outras classes e ficou surpresa quando disse que ultima vez que tinha praticado foi há um ano atrás. Negada, já pode cair na minha frente que a gente ressuscita. Pelo menos tenta.

Hoje é simulador. E se tem uma coisa que me coloca louca é simulador. Pra mim parece real, fico nervosa de verdade, coração palpitando. E pra completar, faço parte da primeira turma participando de avaliação no simulador.

ME-DA x 2

Presente adiantado de Valentine's Day

domingo, 31 de janeiro de 2010

A primeira Chanel bag a gente nunca esquece.
Tem como não amar esse chinês?

Ilhas Mauritius

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Ás vezes, mas só ás vezes, milagres acontecem e eu vou parar na Ilhas Mauritius pra um layover de 36 horas. Dessas 36 eu devo ter passado umas 18h sob o sol. Ignorei as recomendações do Bial e de todo mundo pra usar filtro solar e devo dizer que a volta a Dubai foi sofrida, já que meia-calça de alta-compressão + bunda queimada de sol não formam um par dos mais agradáveis.

Super recomendo Mauritius como destino de Lua de Mel, casamento na praia ou qualquer coisa romântica do tipo. Definitivamente não é um destino de badalação. Mas dá pra fazer snorkell, kaiak e toda a linha de esportes aquáticos. Além de ver o povo da ilha, todos descendentes de africanos falando francês. Adoro!