A verdadeira Dubai - Parte 1

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Cansada do Mall of The Emirates e suas marcas famosas associada com minha falta dinheiro, decide que queria mesmo é ir pro meio do povo, sentir cheiro de povo, comprar como o povo. Fui maturando a idéia junto com uma turma que é claro, não sou besta de ir sozinha. Resultado: a melhor experiência da verdadeira Dubai. Fomos ao Deira, o bairro mais antigo da cidade, onde tudo que se compra se barganha. Barganha messsmooooo. Assim, se eles te oferecem alguma coisa por Dhs 120 (Dihams é a moeda daqui, que hoje vale R$ 0,61) você pode acabar fechando negócio por Dhs 20. É absurda a negociação, parece briga. E aqui não é vergonha nenhuma, é como a coisa realmente funciona.

A primeira surpresa é que realmente hoje Dubai é dominada pelos indianos, que andam aos montes nas ruas, quase nenhuma mulher, só estrangeiras, e que como reza o costume da Índia, não é difícil ver homens andando de mãos dadas ou um segurando no ombro do outro, como casal de namorados. Não, eles não são gays e não me perguntem porque eles fazem isso que eu não sei. Assim como não sei porque eles comem com a mão direita sem talheres e se limpam no banheiro com a mão esquerda. Assim como não sei porque eles balançam a cabeça pra todos os lados quando querem dizer sim fazendo parecer um não, ou melhor, um talvez. E também não sei porque raios todos os motoristas daqui são indianos e eles adoram fazer a sua vida miserável. Definitivamente eles só colocam dúvidas na nossa cabeça e quem sabe Glória Perez vai solucionar algumas dessas dúvidas pra vocês aí do Brasil.

Enfim, lá fomos a turma. A brasileirada toda cabin crew Emirates: Eu, Maria, André e Valéria, mais a neo-zelandesa minha amiga, Lauren. No meio do passeio a Andressa, A PL (pobre loca, como ela mesma diz) também cabin crew se juntou a nós. Detalhe, ela tinha acabado de chegar em Dubai e já tava indo pra pancadão. Nada de Bur Dubai ou Burj Al Arab. Foi ver o oco já de cara. Quase teve um ataque do coração descendo do taxi. Acho que se ela pudesse ia pedir pro motorista leva-la de volta pra Santo André-SP.

Depois eu volto aqui quando receber todas as fotos poi a cabeçuda aqui esqueceu o cartão de memória da câmera e teve que usar a da amiga.
Enquanto isso, vai só sentindo o grau da parada.



*Maria eu e Valéria, e o povo ao fundo. Parece pouco né. Agora pensa em uma praça cheiaaaaaa deles. Fazendo o que parados lá não sei que nem mulher tinha pra olhar.

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